13 de junho de 2013

Sobre amigos e decepções...

Por que será que um amigo, alguém por quem você tem um carinho enorme, com quem você divide sua vida, suas conquistas, suas tristezas, que te ampara em momentos difíceis (e vice-versa), com quem você sabe que sempre pode contar, pra quem você liga assim que descobre que está grávida, que te acompanha e está com você, muitas vezes, até durante mais tempo que as pessoas da família, de repente muda? 

Passei algum tempo tentando entender, buscando na memória algo que eu tenha feito para afastar ou diminuir a confiança... meses de sofrimento, de tristeza por não ter conseguido manter essa amizade tão especial. 

Mas o fato é que, justamente quando tomo a iniciativa de tentar esquecer e pensar que o problema não está em mim e sim nas expectativas que crio em relação ao outro, leio a seguinte mensagem no mural do Medrado (Cidade da Luz):


"Há almas que se entristecem e se decepcionam afirmando que amigos mudaram de comportamento. As pessoas, em geral, são o que são e se revelam com o tempo. Assim, a decepção é apenas a chegada da real visão à sua razão do que sempre foi e você não via. Então, agradeça e siga..."(Frei Carlos Murion)


Faço então isso agora. Muito obrigada por tudo que passamos juntas. Você estará sempre em meu coração, em minhas memórias e em minhas orações. Se cuide! 

4 de fevereiro de 2013

O que me move???

Uma certa vez, lá pelos idos de 1995, fiquei desempregada e precisava me recolocar no mercado de trabalho (eu tinha 16 anos e a empresa na qual trabalhava há 1 ano havia fechado).
 
Eis então que minha antiga chefe, com a maior boa vontade, recorreu a uma pessoa da família, que precisava de uma secretária para trabalhar com ela numa empresa de sorvetes. Explicou a ela o caso, contou tudo sobre mim e explicou que eu era de confiança, estudava (estava terminando o 2º grau) etc... e a resposta foi a seguinte: "Preciso de alguém mais inteligente".
 
Disse à minha ex chefe que tudo bem, e que logo encontraria um novo emprego, o que não demorou pra acontecer. Fui pra uma nova empresa e lá fiquei por 6 anos, saindo só depois de concluir o curso superior em Matemática, já com 2 cargos conquistados no estado via concurso público.
 
Hoje, depois de rever uma foto daquela que me considerou pouco inteligente, essa história veio toda na minha memória, como se estivesse numa caixinha de guardados, e fiquei pensando qual seria o rumo que eu tomaria se ela não tivesse dito aquilo. Será que teria ido pra faculdade? Será que teria sido professora? Ou será que teria me acomodado num empreguinho como secretária pelo resto da vida?
 
O que me move é o desafio, é não acreditar no que dizem sobre mim... Podem até me achar pouco inteligente, mas se eu acreditar no que pensam de mim, aí sim serei pouco inteligente e estarei fadada ao fracasso. 
 
Só eu sei quem sou e do que sou capaz, mais ninguém!

24 de janeiro de 2013

Reflexões estradeiras...

Viajei 4 dias pelas estradas do Brasil (entre Minas e Bahia) e pude constatar algo triste: os caminhões não trazem mais suas frases características, aquelas que são a nossa cara e que as minhas professoras sempre pediam pra listar nos trabalhos sobre Folclore.
 
Umas das poucas que vi foi essa aí embaixo, o resto todo eram citações evangélicas (nada contra os evangélicos, mas senti falta das risadas que as outras frases sempre me causam).
 


 Daí tiro duas conclusões:

 - os caminhoneiros não são mais donos dos seus caminhões, são apenas funcionários de grandes empresas, assalariados e enriquecendo os patrões (e por isso mesmo não estão nem ligando se o caminhão bater em algum carro, ou quebrar numa ultrapassagem louca etc, aumentando ainda mais o risco de acidentes);

 - quando os professores de João, em agosto, pedirem que os alunos listem frases de caminhão será um festival de "Foi Deus quem me deu" e similares.

Triste... saudades dos velhos tempos.
 
20 V ♥



21 de dezembro de 2012

Natal sem consumismo

Gosto muito de presentear, e essa época natalina nos inspira a confraternizar e, consequentemente, trocar presentes.

Numa ideia contrária ao consumismo, adotei uma espécie de "assinatura": faço os presentes dos meus amigos.

Como sou mineira, escolhi algo prático, útil e que eu consigo fazer: Tempero Mineiro.

Acho que os amigos gostam, porque alguns já passam o mês de dezembro me dizendo: "Esse ano vai ter tempero?"; "tô esperando o tempero pras comidinhas do Natal, heim?" e por aí vai.

Vejam como ficou a versão 2012 do Tempero Mineiro, receita de minha mãe e adaptada aos ingredientes disponíveis aqui em Salvador:



 
 
FELIZ NATAL !!!

18 de dezembro de 2012

Aprendendo com as pedras

Devo admitir que minha estada nesse mundo tem sido de muito aprendizado, principalmente com os problemas. O difícil é entender que toda pedra pode se tornar tijolo para nossa autoconstrução. Antes disso ela dói, machuca, nos faz querer desistir... mas é preciso sabedoria e paciência para não jogá-la de volta à quem lhe atirou ou àquele que deixou-a ali, no seu caminho, justamente para que você tropeçasse.
 
Há também as pedras dos ideais... e há aqueles que te apóiam e te ajudam a se esquivar e não deixar que te atinjam ou, caso te atinjam, não causem grande estrago. A esses, o meu muito obrigada. Aos atiradores de pedras, agradeço também.
 
"Um grama de ação vale uma tonelada de teoria" (Engels)

3 de dezembro de 2012

Título é conhecimento?

Uma coisa é certa: assumiu o papel de aluno, independente da idade e da escolaridade, todos voltam a ser crianças!
 
Assim tem sido também na EaD: alguns alunos simplesmente ignoram tudo que já viram e que já aprenderam e voltam à imaturidade, à grosseria e cabe ao docente tomar cuidado para não "descer do salto" algumas vezes.
 
Num grupo recente, um aluno se ressentiu por não receber boa nota num fórum de discussão. Enviou mensagem indignado! Minha resposta foi embasada em alguns bons autores:
 
 
Veja o que dizem Grassi e Silva (2010):
Durante a discussão em um fórum, não será obrigatório estar fixo a um único ponto durante o debate, mas abrir espaços para ir além do tema proposto inicialmente, para que cada membro do grupo firme seu posicionamento, não somente apoiando-se em conceitos empíricos e de senso comum, mas buscando o apoio em outros autores. Dessa forma, deve-se estimular e permitir que todos os membros dessa CVA sejam protagonizadores de suas ações. Não será somente um espaço para responder a questionamentos ou considerar a sua participação como mais uma atividade a ser cumprida, mas um espaço para reflexão.
 
Segundo Marco Silva (2000),
  

Para promover a sala de aula interativa o professor precisa desenvolver pelo menos cinco habilidades, entre outras:

- Pressupor a participação-intervenção dos alunos, sabendo que participar é muito mais que responder "sim" ou "não", é muito mais que escolher uma opção dada; participar é atuar na construção do conhecimento e da comunicação;
- Garantir a bidirecionalidade da emissão e recepção, sabendo que a comunicação e a aprendizagem são produzidas pela ação conjunta do professor e dos alunos;
- Disponibilizar múltiplas redes articulatórias, sabendo que não se propõe uma mensagem fechada, ao contrário, se oferece informações em redes de conexões, permitindo ao receptor ampla liberdade de associações, de significações;
- Engendrar a cooperação, sabendo que a comunicação e o conhecimento se constroem entre alunos e professor como co-criação e não no trabalho solitário;
- Suscitar a expressão e a confrontação das subjetividades, sabendo que a fala livre e plural supõe lidar com as diferenças na construção da tolerância e da democracia.

Estas são habilidades necessárias para o professor aproveitar ao máximo o potencial das novas tecnologias em sala de aula. Contudo, não se destinam somente à sala de aula "inforrica". Pois, uma vez que interatividade é conceito de comunicação e não de informática, tais habilidades são necessárias também para o professor que quer modificar sua postura comunicacional na sala "infopobre".

Não deu outra: o aluno ficou ainda mais irritado e respondeu, cheio de citações próprias e assinatura cheia de títulos.
 

Outra coisa certa: tem gente que acha que basta ter diploma para ser dono da verdade!

Onde foi parar a humildade?
 

12 de novembro de 2012

Criando cursos online

Nunca me imaginei na função que ocupo hoje: Designer Instrucional.
 
Tenho trabalhado, desde o início do ano, na criação de cursos online.
Começou como algo natural, com o curso de Raciocínio Lógico na Prática Docente, em 2005. Fui pro Moodle, testei, inventei, testei de novo e o curso agradou a todos.
 
E aí, como quem não quer nada, comecei a ser procurada pelos colegas pra dar uma ajudinha nos seus cursos, embelezá-los, deixá-los mais agradáveis visualmente e também mais interessantes do ponto de vista pedagógico. Pedi pra fazer um curso no IBDIN - Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional. A partir daí, foi só uma questão de tempo pra que a função de DI fosse criada e, após um longo processo seletivo, eu e mais uma colega mudássemos de função.
 
E agora os desafios cresceram! Criar cursos online é algo complexo, não é algo fácil como possa parecer. Ainda mais quando se trata de uma instituição séria e importante quanto o Senac.
 
Estamos às voltas com um curso de 20h há 6 meses! Agora vou fazer uma análise cronológica pra identificar os momentos em que o tempo poderia ter sido melhor aproveitado, sem tantas idas e vindas...
 
E eu que estava querendo um pouco mais de tempo e sossego, agora estou até me aventurando pelo mundo do Dreamweaver! Me dei conta de que preciso aprender mais sobre a linguagem de programação, HTML 5 (porque Flash é muito pesado) etc.
 
Vamos lá! Aprender sempre!
 
 

28 de agosto de 2012

O dilema do professor frente à geração Z

Este texto foi publicado na Revista Profissão Mestre, que acompanho há algum tempo.
A internet não tem revolucionado somente a educação, mas também nossa vida pessoal, a maneira como nos comunicamos com nossos familliares e amigos, como ficamos sabendo das novidades familiares, como conhecemos outras pessoas. Há quem diga que a internet "aproxima os distantes e afasta os próximos". Eis uma verdade triste!
 
 
O dilema do professor frente à geração Z
Como concorrer com ferramentas como o celular, o computador e a Internet e suas inúmeras formas atrativas que encantam os jovens da geração Z (nascidos a partir de 1993)? Como captar a atenção desses jovens que nasceram e cresceram na era digital? Qual o desafio do professor em atrair essa geração acostumada com e-mail, Twitter, Facebook, Orkut, blogs, Google, informações e comunicações instantâneas?
Há uma reclamação recorrente por parte dos professores com relação ao uso do notebook em sala de aula, uma vez que os alunos se distraem e não prestam atenção à aula. Ora, mas essa geração é a geração da pluralidade, que consegue desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo. É comum, durante as aulas, o aluno fazer uma pesquisa, tuitar, atualizar o mural do Facebook, isso tudo ao mesmo tempo, enquanto assiste às aulas. Mas quanto do conteúdo que é dado em sala pelo professor é realmente assimilado?
A grande vantagem da internet é o acesso fácil e a qualquer momento à informação. Com isso, os alunos acabam preterindo a fala do professor, ou melhor, a aula, pois sabem que podem, num piscar de olhos, fazer uma leitura sobre aquele assunto. A internet estimula as inteligências múltiplas de diversas maneiras, mas talvez de forma superficial. Por exemplo: a leitura em profundidade foi substituída por posts. Para que o aluno precisa ler um livro sobre determinado assunto se o Google disponibiliza o resumo, se o Youtube oferece os mais fantásticos (e também os mais medíocres) vídeos dos mais diferentes assuntos?
O neurocientista Gary Small, pesquisador da Universidade da Califórnia (EUA), acredita que, desde quando o homem primitivo aprendeu a usar uma ferramenta, o cérebro não sofria um impacto tão grande e significativo como ocorreu com o uso da Internet. Sabemos que o cérebro humano é uma estrutura que é movida a desafios e que se transforma com eles.
Segundo pesquisa recente, os alunos de bons professores aprendem 68% mais do que os colegas orientados pelos piores docentes. Então o professor é quem faz a diferença. Apesar de todos os atrativos da internet, em sala de aula, um bom professor é o destaque. E nesse sentido o papel do professor é fundamental em abastecer e alimentar os cérebros dos seus jovens alunos e ajudá-los a aprofundar o conhecimento, a fazer conexões, a transformar essa rede de informações em conhecimentos significativos. Ou pode também proibir o aluno de usar o notebook e de acessar a Internet e usar em suas aulas apenas o PowerPoint, para mostrar textos e mais textos, lendo-os em seguida, sem explicar ou contextualizar, sem instigar os alunos à participação.
Se, afinal, a geração Z está acostumada com atividades que envolvam oxigenação, inovação, criatividade, como se relacionar com alunos que estão num nível digital, tecnológico, diferente do professor?
É necessário que o professor esteja motivado, busque qualificação permanente, conheça as características das novas gerações, os processos cognitivos de aprendizagem, as novas tecnologias e, claro, interaja com elas. Nesse sentido, somos todos aprendizes.
 
Elizabeth Magno é professora do Estado em Macapá (AM) e coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Superior do Amapá.
Ano 9 - Nº 227-12/08/2011

Curso de Tutoria Online - Turma 9

Tudo pronto para iniciar uma nova turma do curso de Tutoria Online. As matrículas já estão sendo realizadas no Senac Pituba. Tenho um carinho muito especial por esse curso, que já está em sua 9ª turma. é muito emocionante poder trabalhar com educaçaõ profissional e contribuir para que a Educação Online seja feita com qualidade.
Vamos estudar, gente!

Mudança de planos... Raciocínio Lógico na Prática Docente

Devido à greve dos professores das escolas estaduais aqui na Bahia, tivemos que adiar o início da 4ª turma do curso de Raciocínio Lógico na Prática Docente. A nova data de início é 06/10/2012. Segue o cartaz:

4 de julho de 2012

Raciocínio Lógico na Prática Docente - Turma 4

Foi dada a largada para o meu exercício de desapego.

A turma 4 do curso de Raciocínio Lógico na Prática Docente já tem data de início: 11/08.

Acompanharei o novo tutor, Cristiano Bahia, mas não estarei mais à frente desse curso que é meu xodó. Estou com um aperto no coração, mas sei que os alunos estarão em ótimas mãos.


Vamos lá!
Façam suas matrículas!

28 de março de 2012

1º Encontro sobre Cibercultura, Mobilidade e Práticas Educativas

30 e 31/03 serão dias de muita aprendizagem aqui no Senac-Ba. Estamos com uma pragramação especial para esse que será o 1º de muitos encontros sobre Cibercultura.

Maria Conceição Ferreira, que agora é a coordenadora da Pós-EaD do Senac-Ba está se empenhando ao máximo para que tudo seja perfeito, e pra isso conta com o apoio de uma equipe muito especial.

Dia 30/03 temos uma palestra com Edméa Santos, expert na área de cibercultura e que, quem diria, começou a trilhar seus caminhos na educação aqui no Senac-Ba, como professora de informática (mundo pequeno, né?).

Dia 31/03 teremos 5 palestras pela manhã e 3 oficinas pela tarde, da quais serei responsável por uma: Criação de Cursos Online no Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle. Estou nervosa, essa será minha primeira oficina. Estou tentando organizar as ideias para que caiba tudo em 2 horas (praticamente impossível!).

Vai ser lindo!


Despedida? ou De quem é o filho?

Dia 24/03 fizemos a abertura da 3ª turma do curso de Raciocínio Lógico na Prática Docente.

Este curso, que foi minha primeira experiência com criação de cursos online, tem um lugar especial nas minhas memórias. Foi minha criação, assim como um "filho". Eu idealizei, procurei materiais para compor o curso, publiquei-o no ambiente virtual de aprendizagem Moodle, cuidei do designer e atuei como tutora (e porque não dizer coordenadora) em todas as suas edições.

Agora chegou o momento de deixá-lo. Com a minha mudança de função (de tutora para Designer Instrucional) tenho que "passar a bola" para outro turtor, que a partir da 4ª turma será o responsável por ele. Não é fácil se desapegar de algo que se sonhou e "namorou" tanto. Estou me sentindo como numa festa de despedida, quero que essa 3ª turma seja ainda mais especial que as duas outras, mas a sensação de término dessa etapa está me deixando muito agoniada.

Cristiano Bahia será meu substituto. Ele está sendo aluno neste grupo para assumir os próximos com mais autoridade no tema. Vou me controlar para não influenciá-lo muito nas suas ações como tutor, mas sei que não será fácil.

Vou tentar me concentrar nas palavras de Natália Portela: "só o que é propriedade nossa é o conhecimento!".

Abertura do curso de Tutoria Online

Dia 17/03 iniciamos mais uma turma do Curso de Tutoria Online aqui no Senac-Ba. Esta já é a 8ª turma.

É muita responsabilidade trabalhar com a formação de tutores, que é uma profissão nova e cheia de dúvidas sobre o que é ou não função do tutor. Pensando sobre a nossa prática de trabalho chego à conclusão de que o tutor precisa estar envolvido com tudo, da idealização do curso, passando pela produção, execução e avaliação.

Esta é a foto que tiramos ao final do nosso encontro presencial. Turma animada, de formações das mais diversas. Temos muito a aprender juntos!

2 de março de 2012

Raciocínio Lógico na Prática Docente

Esta é a 3ª edição do meu curso online. Início: 24/03/2012. 
Ainda restam algumas vagas!

19 de agosto de 2011

Novas tecnologias?

Quando falamos em novas tecnologias vem logo à cabeça uma infinidade de Ipods, Iphones, Tablets, netbocks e outros tantos instrumentos ultra modernos. Mas acabamos nos esquecendo do Rádio, que ainda hoje é o único companheiro de tantos brasileiros no interior do país, e com o qual esses conterrâneos se comunicam e tem notícias desse "mundão de meu Deus".

Passeando pelo blog do Prof.Jarbas Novelino, o Boteco Escola, me deparei com esse belo vídeo (ou melhor, audio), do Geraldinho. #ficaadica




Boa viagem!!!

PS: Em homenagem ao meu pai, que passa suas noites de trabalho ao lado do rádio, ouvindo os caipiras que ainda cantam lá em Minas Gerais.

22 de julho de 2010

"Carro apertado é que canta"

Não sei se esse ditado está correto, mas é assim que me lembro de ouví-lo: "Carro apertado é que canta", uma referência ao velho carro de boi, que meu avô carreava em épocas que eu nem pensava em existir...

Mas é assim que estou me sentindo, como um carro apertado (daí minha ausência aqui nesse espaço). O problema é que o carro não está cantando, está ficando tão apertado que não está conseguindo sair do lugar!

Grávida de quase 8 meses, concluindo a correção de 3 turmas online (aqui no Senac), com 2 disciplinas se encerrando na UAB e, ainda por cima, participando de um curso de Design Instrucional. Por favor, alguém me explica por que eu fui me envolver em tanta coisa num período que deveria ser mais ligth?

Pois é, essa sou eu, prestes a ter um filho e tensa, com medo do pedreiro não aparecer, do pintor não ter tempo e do quartinho do João não ficar pronto (nem roupas limpas ele tem, coitado).

Eis um dos problemas da docência online, não conseguir administrar o tempo, ou melhor, não conseguir se organizar para relaxar num período tão especial como este...

3 de março de 2010

Tutoria Online: 2 turmas de uma só vez!

É isso!
Teremos 2 turmas de formação de tutores online acontecendo de uma só vez.
Mas não acaba por aí: uma das turmas será formada por colegas da instituição, para auxiliá-los na sua prática que já começa no próximo mês. Pense na responsabilidade?
Terei muitas considerações para trazer pra cá!

Renovação!

Estão abertas as inscrições para a 2ª turma desse curso que é "meu filhote".
Idealizei, construi, atuei como Design Instrucional, editora e, finalmente, como tutora. Agora é hora de uma nova dose, repetir os acertos, consertar os erros, melhor aqui, alterar acolá...
Adoro essa característica da educação: FLEXIBILIDADE.

9 de fevereiro de 2010

(Re) começando minhas anotações

Depois de um final de ano atribulado, férias em Minas e a notícia de que vou ser mamãe, volto pra cá, onde pretendo colocar minhas reflexões, angústias e vitórias neste caminho novo (será?) que é a Educação Online.

Vejo um grande crescimento na oferta de cursos a distância e a falta de qualidade é um fator preocupante. Ou será que estou enganada?

Até que ponto estudar a distância, mesmo que sem qualidade, muda a visão de mundo dos alunos?

Será que, mesmo que a instituição escolhida peque pelo descaso e incoerência, o aluno consegue absorver informações que o auxiliam ao longo da vida e, neste processo, desperte para a importância de participar ativamente da sociedade, lutando por seus direitos e ideais, o que talvez não ocorra num curso presencial?

Acredito que a EaD, muito mais que uma possibilidade de conseguir um certificado, contribui para a autonomia do estudante, que sai de um ensino centrado na figura do professor e se vê, agora, sendo o centro do processo educativo.

Vamos pensar!!!